3 de outubro de 2006


Todo poeta fica vulnerável
Expõe-se
Corre o risco de ser questionado
Não sabe guardar seus segredos
Sou poeta
Minhas poesias
Tudo que há em mim
São o mundo que enxergo
Os toques que sinto
Os cheiros que em rodeiam
Os sonhos que almejo
São meus medos e pesadelos
Meus segredos
E estão à mercê dos meus inimigos
As palavras me roubam a privacidade
Minhas mãos entregam meus delitos
Minhas paixões
Minhas inseguranças
Meu passado
Meu presente

Um comentário:

Sidarta disse...

Ser poeta é deixar extravasar todo o calor que arde por dentro. Acho mais, que ser artista é isso. É sonhar e divulgar esse sonho. E o sonho é típico de ser humano. Entregue-se a ele!